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UMA SOLUÇÃO CERTA PARA ANGOLA
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...Depois de 43 anos de Ditadura 1975 - 2018, é preciso uma força política que esteja livre do controle e domínio do MPLA. É necessária uma organização política que pense diferente, que decida agir contra todas as leis e as estruturas estabelecidas pela ditadura. É imperativo um partido político (armado para defender-se), capaz de avançar até Luanda, e não importa o apoio que o MPLA granjeia dentro da cidade. É imprescindível um partido que não necessite de uma Jamba mas sim, de Luanda. É preciso um partido com uma nova conceção de sociedade e uma nova visão de política, onde negros, brancos e mestiços angolanos, se sintam donos da Pátria e rumo ao desenvolvimento de uma Angola sem ditadura, sem o MPLA...

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Esta é a realidade sobre a qual vive o povo da Capital e não as insignificantes mudanças da marginal, se dirigir o país lhes é tão difícil a ponto de terem abandonado as demais províncias, Luanda que eles afirmam gerir em condições também está um desastre, já não sabemos o que eles podem dirigir. Aqui está a capital do MPLA
Somos o MOVIMENTO DE UNIÃO NACIONAL, uma organização política da República de Angola, não legalizada pelo regime do MPLA, que está no poder desde 1975, onde o seu presidente ocupa despóticamente o cargo desde 1979 onde este Ano pode abandonar o poder depois de ter a certeza de que sua obra terá seguimento atraves de um dos seus seguidores e colaboradores, o ditador saira do cargo mas com o MPLA  no control de tudo isto é continuar na mesma caruagem.

O MUN, é uma Organização política revolucionária, com uma adeja armada em formação para a sua defesa contra a Ditadura.

O Movimento de União Nacional foi legalizado atraves do acto de registo em Washington DC pelo Departamento de Justiça norte Americano na secção FARA com o numero 6398, isto para deixar claro que não somos uma organização terrorista ou qualquer um mas sim o baluarte do Povo que busca sua Liberdade perante uma ditadura que quer se eternizar.

A Organização reagrupa e abre as suas portas, a todo o cidadão Angolano (negro, branco e mestiço), no sentido de finalizar e concretizar o que consideramos a última solução.

O Movimento de União Nacional é organizado com objetivos claros. Sabendo claramente a trajetória de Angola, do seu passado, presente, e para onde o País deve ser dirigido, temos a solução para os problemas que afligem sem necessidade, a nossa sociedade.

O MUN, é estabelecido sobre os alicerces de princípios Deusistas, com um sistema político fundamentado na Deocracia e nos valores da sociedade onde o individuo torna ser a base de tudo porque so existe a familia, a sociedade e  a Nação graças ao individuo , razão pela qual, podemos ser considerados portadores de uma nova filosofia, para erguer o Estado.

Consideramo-nos conservadores e nacionalistas, com um magno programa de Estado, apoiado numa administração do sistema Federal, semelhante ao dos Estados Unidos da América, Alemanha, Israel ou Brasil, onde o poder Político é descentralizado e coordenado pelo Governo Federal, dirigido por um Chanceler eleito pelo Povo, e um Líder Nacional, Chefe do Estado, escolhido pelo Conselho Supremo do Estado, “a Corte dos Anciões”, e apresentado ao Senado (VOLKSTAG) órgão do Poder legislativo, que representa o Povo na sua íntegra, com transparência.

Ao estruturar o País com um sistema Federal, a Administração do Território Nacional mudará.
As províncias tornar-se-ão em Estados com suas Capitais, uma Bandeira, um Congresso Estadual, eleito pelos naturais do mesmo Estado, para fiscalizar o seu Governo Estadual e reportar para o Senado (Congresso Federal). 

Para a questão do desenvolvimento Estadual, (atualmente províncias), antes, o governo deverá realizar um projeto geral, para saber a capacidade de produção de cada Estado (província).
A partir daí, distribuir os apoios e projetos por Estados, industrializar os mesmos, com maior ou menor capacidade de produção natural.
Aproveitar os Estados com capacidade de produção natural ,tais como Lunda, Malanje, Zaire, Benguela, Cabinda, Cuanza Sul, Huambo, Uíge, para aumentar a sua produção.
Luanda tornar-se-á na capital económica e metropolitana do País, insistindo no negócio das alfandegas, aeroporto Internacional, Porto de Luanda e general Business (todo tipo de negócio) enquanto vai finalizando o projeto da nova capital política, com engenheiros e arquitetos Alemães e Japonêses, já consultados. 
Cada Estado ficará com 20% da sua produção, para dar incentivos ao povo, a abrir negócios no seu Estado de origem. para o desenvolvimento do mesmo. Cada Governo local, deverá produzir algo, para o desenvolvimento do seu Estado, antes de receber ajuda do Governo Federal.

Com uma nova conceção sobre a Sociedade Angolana, o MUN transmite pela primeira vez, um discurso e propostas totalmente diferentes daquilo que se conhece de África: todo o sofrimento e o subdesenvolvimento de África, e Angola em particular; é culpa do exterior,(americanos, europeus, ex-colonos), menos do próprio africano.
É neste ponto, que o MUN exorta para uma tomada de consciência, e chamamos o povo a uma mudança de perceção, dos problemas que nos rodeiam.

Se queremos ser respeitados, diferentes, devemos começar por aceitar os nossos próprios erros, corrigi-los e abrir portas para um novo horizonte.

A história de Angola deve ser reescrita. Os acordos de Alvor, que canonizaram a independência de Angola devem ser reconsiderados. Embora tenham sido violados pelo MPLA, e pelo regime Português do 25 de Abril, os acordos continuam a ser o ponto de partida, para uma Angola verdadeiramente independente, livre, unida, isto é: de Cabinda ao Cunene, de Benguela ao Moxico. A autoridade destes acordos, levam-nos obviamente à não desconsideração da nossa própria independência.

Pela primeira vez, desde 1975 somos a primeira Organização Política, decidida a resolver os problemas dos desalojados pela descolonização, onde os espoliados e seus descendentes são considerados Angolanos, com direito à integração na sociedade, a menos que o próprio, negue tal oferta.
Na verdade, é apenas a devolução de um direito, que lhes foi roubado em 1975 pelos comunistas.

Acreditamos na reestruturação do sistema económico do País, onde a produção nacional tornar-se-á num dever imediato. A agricultura será o ponto de partida, juntamente com a recuperação das infraestruturas da era Colonial. Incentivar o empresário nacional, abrir linhas de crédito para todas as categorias empresariais, persistir na exploração fluvial e marítima (o sal, a pesca, os Portos de Chwa, Luanda, Lobito, etc),no sentido de comercializar e facilitar o comércio com os países vizinhos, como a Zâmbia, Zimbabwe, Botswana, Burundi, Malawi, Rwanda e Uganda, onde os Caminhos de Ferro de Benguela,tornar-se-ão importantes, no verdadeiro sentido da palavra, como foram na era Colonial.

Angola não se encontra sob crise económica. O problema está na má gestão do Estado, na corrupção aguda e venenosa que corre nas veias dos dirigentes do regime, falta de patriotismo, falta de adaptação do projeto de estado à realidade do povo. Estas sim, são as bases da pseudo crise económica, engendrada no nosso país.
Namibia, Malawi, Zimbabwe, Etiópia são países com menos recursos em relação a Angola, apesar disso, vivem melhor e encontram-se estabelecidos. Angola vive sob uma crise económica forçada pelo próprio regime, que já não tem pernas senão, para girar no mesmo sentido, com os mesmos políticos a perpetuar a rotação de cargos.

O nosso projeto económico de 4 anos, fará com que o Governo Federal reorganize e estabeleça o sistema de habitação, a nível Nacional, para que se evacue a cidade de Luanda, e se permita dar vida e cor às demais províncias do Território Nacional, aproveitando assim o regresso dos Angolanos espoliados, e não só, para a instalação a nível Nacional, seguindo o projeto colonial de povoamento e criando as condições básicas gerais de receção às famílias. 

Insistir na produção Nacional, limitar os gastos desnecessários, criar, apoiar o empresariado nacional no sentido de se criar postos de trabalho, privatizar mais de 60% das empresas a serem criadas.
O Governo estabelecerá as normas e leis que regulamentarão o sistema económico, e velará pelo cumprimento integral de todos os pressupostos. Tudo deverá ser feito em prol da Nação e do cidadão Angolano.

Abrir as portas aos investidores estrangeiros, desde que cumpram com as leis estabelecidas.
O Governo, os funcionários do Estado e o próprio povo Angolano, devem ser os primeiros a cumprir as normas, onde a lei “Marshall” será estabelecida, contra a corrupção em todas as suas facetas e dimensões. Os pequenos erros e violações serão punidos com multas e sentenças elevadas. Todos serão iguais perante a lei, tanto cidadãos nacionais como estrangeiros.









O patriotismo incondicional será introduzido a todos os níveis da nação, faz-nos acreditar numa perfeita relação recíproca entre o Governo e o Povo para que se erga o Estado ao seu valor e dignidade com um único lema: tudo pela Pátria e nada contra Pátria, cada cidadão deverá assumir o País como algo próprio em colaboração com o Governo onde todos os seus agentes deverão jurar em servir a Pátria sem interesses egocêntricos, e isso fará de Angola num espaço de 12 anos uma nação digna de ser colocada no podium Internacional e assumir a liderança no orbe africano como o país exemplar.

O Movimento de União Nacional não se enganará nunca pelas manobras da ditadura porque a saída ou demissão, substituição como o queiram chamar do José Eduardo dos Santos não constituirá o motivo para baixarmos os braços, porque ele pode dar um golpe de mestre e resignar-se do cargo a qualquer momento o que não mudará a situação de Angola como pensam os outros partidos da oposição, de que se o José Eduardo dos Santos deixar o cargo e o MPLA, eles terão capacidade de ganhar as eleições isto é absurdo, uma utopia irrealizável, porque o MPLA estabeleceu um sistema ditatorial coletivo, com um chefe aparecer. Em 1979 aquando do falecimento do Presidente Neto, o país e o regime sentiu a perca daquele que era visto pelo MPLA como o pai da Revolução Angolana, mas o caso foi resolvido rapidamente, José Eduardo dos Santos substituiu ao Neto e a situação piorou até chegarmos ao ponto atual, eles que diziam tudo pelo Povo, “o Povo é o MPLA o MPLA é o Povo” hoje tornou tudo para eles, o MPLA é o MPLA e o Povo ficou Povo no labirinto.

Nós angolanos deveríamos dar conta de que se este morrer ou resignar-se do cargo, o substituto será pior e a ruina da situação de Angola não terá adjetivo de qualificação, razão pela qual nós o Movimento de União Nacional vimos a situação por um outro ângulo, com um verdadeiro diagnóstico, o maior problema de Angola é o MPLA como Partido, esta sim é a organização que deve ser derrotada para que o país sinta pela primeira vez a sua liberdade e se recupere do tempo perdido, pôr as leis a funcionar, constituir a justiça, a saúde, o emprego, educação e habitação para todos.

Queremos ser diferentes, não falar dos mesmos assuntos, não reivindicar dos mesmos pontos, em vez de viver acusando o MPLA, queremos trazer algo diferente, uma contraproposta efetiva ao que já existe, tudo em benefício da pátria. O Movimento de União Nacional é a personificação do desejo, da ambição e do sonho do Povo angolano.
O MUN como personificação das suas legítimas aspirações está absolutamente convicto de que o jogo eleitoral estabelecido em Angola não poderá restituir-nos a nossa liberdade e dignidade, nem o desenvolvimento de Angola e muito menos honrar a memória de todos os que deram a vida por esse sonho - negros, brancos e mestiços.
Por isso é tempo de repensar Angola e Devolver à Pátria a sua grandeza










O MUN não é uma organização terrorista, tribalista, racista, regionalista, todos aqueles que ainda respiram o sentimento racial ou tribal e que acreditam, que ser angolano tem a ver com a cor da pele, raça, por pertencer a uma etnia maior ou privilegiada em Angola saiba que aqui não há espaço para tal pensamento.

Aqui unimos todos com a ideia de estabelecer um País multirracial, ecuménico, um estado de direito e respeito, onde os valores do ser humano são respeitados segundo a lógica, responsabilidade e não a libertinagem, irresponsabilidade ou permissividade. 

Achamos por bem deixar bem vincado, que não somos nem de extrema direita ou direita nem de esquerda nem de centro, somos uma organização com princípios Federalistas, á imagem de Estados Unidos de América, Alemanha e de Brasil. O Nosso fim é o bem do Povo e de Angola a nossa terra, e a justa cooperação com os Países do Mundo sem tomar parte dos seus conflitos ou propagandas e a nossa relação que deve obrigatoriamente permanecer especial com o País que deve ser por principio o nosso eterno e aliado principal, pela nossa história e nossa obrigação para com Portugal vis-versa como País que criou Angola, e dela fez um dos países, mais desenvolvidos de África até 1975. 

Os nossos princípios ideológicos estão longe dos Socialismo , social democrata, comunismo fascismo salazarismo, capitalismo, nacional-socialismo, Imperialismo porque todos estes falharam, por sermos africanos sentimos a necessidade de repensar o future, a dignidade e honra da nossa Pátria e olhar para um Horizonte com uma nova perceção da sociedade, de como fazer a política o desejo ardente de sermos exemplares e pioneiros de uma Nova África e em particular uma Angola nova com liderança, honestidade, transparência, forte economicamente, uma terra onde negros , e brancos podem habitar como compatriotas irmãos entusiasmados e convencidos por um só lema: EU PERTÊNÇO A PÁTRIA PORQUE A PÁTRIA ME PERTENCE . Somos Conservadores, Republicanos, Deusistas e Federalista. 

Somos uma Organização que se considera patriótica e Baluarte do Povo em busca de uma nova nação, introduzindo uma nova conceção de sociedade onde Umbundu, Kimbundu, Bakongo, Kwanhama, Ngangela, Tchokwe, Ibinda, Luzitanu negros, brancos e mestiços são e devem ser considerados cidadãos de ANGOLA, ninguém deverá ser julgado pela sua aparência física, género, raça, credo, mas sim pela dimensão patriótica e dedicação pessoal pela nação.

Pegar numa arma, um arco de ferro ou catana como fizeram os nossos pais em 1961 contra o colonialismo para defender-se, não significa terrorismo mas indignação e defesa contra aquilo que lhes foi imposto a viver, como no nosso caso atual, somos obrigados a respirar o irrespirável, forçados a viver como animais presos pela ditadura desde 1975, perdemos o sentido da família, do patriotismo, tornamo-nos egoístas, vivendo a mercê de Deus; cada um por si, (antigamente vizinho era família perdemos os valores da sociedade )por isso, em meio a tanto sofrimento, injustiça, corrupção, anti valores, a revolução torna-se DEUS, única saída, uma obrigação e QUANDO A REVOLUÇÃO SE TORNA UMA OBRIGAÇÃO 


Panfletos distribuidos na cidade de Luanda no dia 07 de Janeiro 2015 pelos membros do MUN e comandos da Legion Kondor. A segurança do Estado notificou e guardou o segredo e nós vamos avançando.

 VERTALING IN AFRIKAANS
TRADUCTION EN FRANCAIS 
TRANSLATION IN ENGLISH
ÜBERSETZUNG INS DEUTSCHE

TRADUCCIÓN EN ESPAÑOL
翻译的中文

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한국어로 번역
Para tradução em outras línguas faça o clique 
sob a bandeira
Dr. Karl Manuel Sarney Mponda
CHANCELER LÍDER DO M.U.N
CANDIDATO A CHEFE DE ESTADO

Engª. Jaçanã Everlynn Lima Costa Gomes
SECRETÁRIA GERAL DO MUN


Carlos Manuel Rodrigues Jardim da Silva
CHAIRMAN DO PARTIDO
VICE LÍDER  DO M.U.N

Dr. Jose Cabunga Rufino Kalembe
DIRECTOR DO DEPARTAMENTO IDEOLÓGICO

 Hélder de Jesus Novais 
COMISSÁRIO CHEFE DO GABINETE
PARA NEGÓCIOS E INVESTIMENTO DE FUNDOS 


Professora Maria Helena Gonçalves
AINDA SEM  PASTA

Amado Nsimba Matenda
MEMBRO DO CONSELHO DA SETIMA COMISSAO POLITICA

Nicodemus Flaviano
VICE EMBAIXADOR  DELEGADO DA
​PRIMEIRA COMISSÃO POLÍTICA

 Dr. Carlos Manuel da Silva Monteiro (Advogado)
CONSELHEIRO  DO  CHANCELER
CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS JURIDICOS

António Lucau Zeca
GENERAL DE EXÉRCITO
CHEFE DE ESTADO MAIOR GENERAL DE EXÉRCITO


 Amílcar Manuel Victorino
DIRECTOR DO DEPARTAMENTO 
​ DAS FINANÇAS 
Luzia Dala Gunza Vunda
COORDENADORA  DA A.V.L. / PORTUGAL 
DEPARTAMENTO DE MULHER  

Dr. José Armando Goncalvez
COMISSÁRIO CHEFE DO GABINETE
PARA PLANOS E ESTRATEGIA 


`

"...Fabricamos Governos, estabelecemos, o Estado mas falta-nos criar a nação...".

“...As eleições não são o suficiente para mudar o país... que a juventude busque uma outra visão para o futuro deste país e não aceitem tudo o que vem do norte (Ocidente)...”
Por isso o Movimento de União Nacional busca uma outra visão, começando por repensar Angola, para devolvê-la a sua grandeza, buscamos uma via política diferente e não acreditamos no jogo eleitoral estabelecido pela ditadura, decidimos ser nacionalistas e Patrióticos, porque só amando a pátria com o risco da própria vida, fará com que os estrangeiros e a sua política respeitem a nação, onde primeiro o angolano e o angolano sempre. Quando falamos de angolanos, referimo-nos a negros (khamit), brancos e mestiços, decidimos introduzir a DEOCRACIA depois das múltiplas falhas da Democracia onde as práticas só beneficiam ao norte como referiu...o corrupto, o injusto, torna-se justo, o comunista torna-se democrata.

“...Angola não é de um partido mas sim de todos nós angolanos...”
"...Razão pela qual depois de 40 anos, o Movimento de União Nacional como angolanos, decidimos mudar o nosso destino. Levantar a nossa voz; chega da mesma política de 40 anos sem princípio ao benefício de uma elite de gente sacrificando o POVO em geral... como não se vence em diálogo a quem tem as armas, somos obrigados a pegar em armas desta vez até Luanda porque esta é uma nova geração" 1975, 1992, 2002 jamais acontecerá
"...e isto vai a  40 anos, vivemos sem a Nação mas o MPLA continua a considerar-se o unico com direito de dirigir Angola..."
António Bernardo Beny 
GAUTELIDER DA
 SEGUNDA COMISSÃO POLITICA

 Francisco Álvaro da Cruz Lima
SUPERITENDENTE CHEFE
CHEFE DO DEPARTAMENTO 
DA POLICIA

Estevão Nzuzi
EMBAIXADOR  DELEGADO  DO MUN EM FRANCA
Miguel Arcanjo André
EMBAIXADOR  DELEGADO DO MUN EM PORTUGAL


Henrique Germano K. Cordeiro MEMBRO DO CONSELHO DA QUARTA COMISSAO POLITICA

Joaquim Cristano Manzambi
MAJOR
CHEFE DO GABINETE  PARA
RECRUTAMENTO E FORMAÇÃO MILITAR

Eng. Joaquim Salvador Correia 
EMBAIXADOR DELEGADO
PRIMEIRA COMISSÃO POLÍTICA

Maria Cadete
PRIMEIRA SECRETÁRIA  DA A.V. L.
DEPARTAMENTO DE MULHER



Moises Kachikeye
BRIGADEIRO
EMBAIXADOR DELEGADO  3 C.P.

Madalena Eduardo Chipenhe
SECRETÁRIA CHEFE DO GABINETE PARA DIREITOS HUMANOS


Ana Bela Pinard da Cunha
DIRECTORA  GERAL DA  A.V. L.
DEPARTAMENTO DA MULHER

Adre Francisco (Advogado)
  ​MEMBRO DO GABINETE DE JURIDICAO
  Maria Adelaide Ferreira Camacho 
COMISSÁRIA CHEFE DO GABINETE
PARA PROTOCOLO E ACESSORA DE IMPRENSA


Ermelinda da Conceição Freitas  
REPRESENTANTE DO MUN PARA ASSUNTOS POLITICOS NA CPLP
Ana Emilio J. Neto (Makongo)
 COORDENADORA PARA ASSUNTOS POLITICOS E REPRESENTANTE  DO MUN NA EUROPA 


Roseli Doque
MEMBRO DO CONSELHO DA A.V.L.
LIGA DA MULHER
Eurico Bernardo Simao
COORDENADOR DA J.U.R.G.N./ PORTUGAL
DEPARTAMENTO DA JUVENTUDE

AINDA SEM PASTA
Francisco Fernandes
DIPLOMATA
CHEFE DO GABINETE PARA ANALISE DOS ASSUNTOS GERAIS  DE ANGOLA

Dra. Xxxxxxxxx Xxxxxxxxxxxx
DIRECTORA DO DEPARTAMENTO DIPLOMÁTICO E RELAÇÕES EXTERIORES



Prof. Eduardo Domingos Alleluia Pepe
DIRECTOR DA CHANCELARIA
 
Vasco de Bessa Martins Dias
PRESIDENTE 
CÂMARA DE REPRESENTANTE 


Marta Faustino Capita Ingles
PRIMEIRA CONSELHEIRA DO MUN
CÂMARA DE REPRESENTANTE ​


Hegneu Doque
DEPARTAMENTO DE DSIS
Tania Madalena Atonio Tomas
MEMBRO DO CONSELHO DA A.V.L.
LIGA DA MULHER 
Antónia Carmen Gomes Correia 
CHAIRMAN DO CAUCUS DOS KIMBUNDO 
 NA CÂMARA DE REPRESENTANTES 
CONSELHEIRA DA COMISSÃO POLÍTICA DO MUN NOS U.S.A.

Marta de Paula Fernandes
SECRETÁRIA CHEFE DO GABINETE PARA K,H,A,
PROJECTO DE CRIANCAS 

Adão Domingos Araújo
DIRECTOR DA JU.R. G.E. N.
DEPARTAMENTO DA JUVENTUDE

Pedro Narciso Nunda
DIRECTOR DO D.G.A.M.
DEPARTAMENTO PARA ASSUNTOS DE DEFESA

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 
EMBAIXADOR ITINERARIO 
CHEFE DO GABINETE DE TODAS 
AS COMISSOES  POLITICAS  


Euríco Joaquim Sanhangala
VICE EMBAIXADOR DELEGADO DO MUN EM PORTUGAL


DIRECTOR DO  DEPARTAMENTO  GERAL DE SEGURANÇA
 D . G . S.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS UMBUNDO NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS BAKONGO NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS TGHOKWE NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS ESPOLIADOS NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS KWANHAMA NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS MUBINDA NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXXX 
CHAIRMAN DO CAUCUS 
DOS GANGELA NA CÂMARA 
DE REPRESENTANTES 
.

XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS INTERNOS DO PARTIDO 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DOS ANTIGOS COMBANTENTES  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DOS ESPOLIADOS


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


Francisca Gaspar Tito
SECRETÁRIA CHEFE DO GABINETE PARA TESOURARIA 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA FORMAÇÃO DE QUADROS 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS ECLESIASTICO



XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DAS AUTORIDADES TRADICIONAIS 


Maria Helena Gabriel Manuel
SECRETÁRIA CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DE FAZENDAS E TERRA  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


OS DEMAIS  GABINETES E SECRETARIOS ENCONTRAM-SE NO LINK SECRETARIADO NACIONAL
AINDA SEM PASTA
AINDA SEM PASTA
XXXXXXXXXXX
MEMBRO DO CONSELHO DA PRIMEIRA COMISSAO POLITICA

Josefa Neto
VICE DIRECTORA  GERAL DA  A.V. L.
DEPARTAMENTO DA MULHER

AINDA SEM PASTA
XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DA LINGUA AFRIKAANSE 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS CULTURAIS 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA CONTACTOS UNIVERSITRIOS  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA RECURSOS MINERAIS


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DE SOLDADOS DESMOBILIZADOS   


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ANALISE DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DE EDUCAÇÃO


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DE SAUDE 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA INFORMAÇÃO PORTA VOZ DO PARTIDO 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS DOS DIREITOS HUMANOS 


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


XXXXXXXXXX
SECRETÁRIO CHEFE DO GABINETE PARA ASSUNTOS FEDERAIS  


AINDA SEM PASTA
José Alvaro Bianga
  DELEGADO POLÍTICO
PARA A REGIÃO DE AMBUILA

Nsimba Teresa Malungo
SECRETÁTRIA DO CHANCELER