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UMA SOLUÇÃO CERTA PARA ANGOLA
UMA SOLUÇÃO CERTA PARA ANGOLA
EM NOME DE TODOS OS POLÍTICOS QUE COMETERAM ERROS NO PERÍODO QUE VAI DE 1975 A PRESENTE DATA, O MOVIMENTO DE UNIÃO NACIONAL PEDE PERDÃO AOS ESPOLIADOS, FILHOS DE ANGOLA, PELA INJUSTIÇA E O CALVÁRIO VIVIDO ATRAVÉS DO PROCESSO DA DESCOLONIZAÇÃO, ONDE MUITOS NEM PORTUGAL CONHECIAM A NÃO SER PELA RÁDIO E JORNAIS


O CIDADÃO ANGOLANO MARGINALIZADO
QUE HOJE PODE ACREDITAR

Dr. Karl Manuel Sarney Mponda
HÁ QUE VOS LEVANTARDES E CONTAR TUDO AOS VOSSOS FILHOS E NETOS.
SÓ ASSIM SE CRIARÁ E CONSERVARÁ
UMA CULTURA
UMA HISTÓRIA
UM POVO
UMA TRIBO
A SÉTIMA TRIBO DE ANGOLA, UMA OBRA PRIMA QUE JAMAIS SERÁ ESQUECIDA, POIS ELA DEU A EXISTÊNCIA A UMA NAÇÃO. ANGOLA.





Chegaram às terras vazias, deram vida, construíram as primeiras casas, viram-se os primeiros edifícios. Fizeram de Angola uma Nação e nós perguntamos: Porquê desistir? Só desistem os fracos e dos fracos não reza a história, porque o tempo os apagará. Junta-te ao Movimento de União Nacional.
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Desistir hoje seria um pecado… Um crime contra o próprio sacrifício e suor da sua própria história. Um crime contra aqueles que chamamos de ancestrais, cujos restos mortais jamais serão desenterrados do local onde sucumbiram.

Se fossem judeus jamais abandonariam a terra que com o seu próprio sacrifício construíram.

Não deixe a história morrer, não permita que se apague a dor dos homens livres e corajosos, não deixe que desapareça a grandeza de um povo empolgado nas aventuras do mar.

 
Hoje têm um verdadeiro aliado. Uma organização que irá tomar o poder e todos serão reconhecidos como cidadãos de primeira classe. Traga consigo os seus pais, filhos, netos, etc.

 Estrangeiros como os hebreus levaram do Egipto para Canaã todos os seus relativos.

Haverá espaço para todos, temos imensos recursos naturais.Temos o mar, a terra, as florestas.  
E nós, homens livres, junto das tribos Umbundu, Kimbundu, Bakongo, Ngangela, Tchokwe, Kuanhama e os Luzitanus(lusitanos em U na última sílaba para se diferenciar do lusitano europeu), ergueremos o Estado a uma grandeza inesperada.
 
O mundo dará conta de que Angola existe e existirá para sempre, unida e forte.
Para tal, não deverás desistir hoje. Tens o aliado certo. 
Este jamais baixará os braços e manter-se-á com eles levantados por uma causa nobre e justa.




Vieram da metrópole a norte do Atlântico, embarcaram numa viagem para as terras longínquas, não sabiam sequer se existia vida ou se podiam comer. Ninguém conhecia o futuro que os aguardava. 
Tudo isto em busca de terra para viver em liberdade, sem pretensão de colonizar, porque eram povos simples com uma única intenção: Desembarcar em terra firme,depois de meses no meio do oceano. Estes foram povos que sofreram como todos nós. 
A colonização é uma febre que começou antes de Salazar. 
Salazar não fez senão dar continuidade a uma política positiva de maior sentido patriótico para todos os negros e brancos. Nessa época, a colonização já existia como uma peste, uma doença invisível. Haviam determinadas pessoas que a praticavam à letra e a maioria só obedecia à lei estabelecida pelo estado Português. 

Chegaram, construíram no meio do mato as primeiras cubatas, depois casas e por fim ergueram edifícios. Deixou-se de falar em florestas para então se erguerem aldeias, vilas e cidades. Organizaram o Estado formado por aglomerado, que antes eram pequenas porções de terras separadas, habitadas por povos disjuntos e separados que se desconheciam. Foram unificados e formaram um país. País esse que hoje chamamos Angola.
Em 1575 chegaram as primeiras 100 famílias à costa de Luanda. Em 1975 tinham-se passado 400 anos. Por lá nasceram homens e mulheres, morreram e foram sepultados em terras longínquas. 
Jamais voltaram a ver o mar de norte senão o mar do Sul. Estabeleceram-se vidas, criou-se nova nacionalidade, fez-se uma história que jamais será esquecida.
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Obrigado pelo seu interessse de aderir ao MOVIMENTO DE UNIÃO NACIONAL:
Decide hoje  e seja como  judeu pelo menos uma vez na vida
é tempo de repensar Angola e devolver a Pátria a sua grandeza

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info@mun-patria.com
Alguém disse: “Já não vale a pena. Devemos desistir. Há muitos a morrer e outros estão muito idosos”.
Para onde o MUN quer levar estes idosos? O que fará com eles, a não ser gastar o dinheiro do futuro Estado com a aposentadoria dos mesmos? A verdade é que o Movimento de União Nacional cinge-se em quatro pontos para jamais desistir dos espoliados, erguer a voz com toda a força em direcção aos dirigentes portugueses, para lhes dizer que o nosso povo deve regressar, a menos que eles rejeitem

PRIMEIRO PONTO 
A EXISTÊNCIA DE ANGOLA 

Angola não existia como país, antes dos portugueses. O país que hoje chamamos de Angola não existiria se não fossem os da oitava tribo, que vieram da metrópole para se unir aos reinos divididos, uni-los às outras terras, e criar uma nova nação. As terras do planalto central não eram de Angola, as Lundas não eram de Angola, o norte não era de Angola, as terras de Luanda não eram de Angola. 
Mas existia um Rei que respondia pelo nome de Ngola Kiluanji e o seu nome foi usado para atribuir um nome ao território formado pela porção resultante da união das parcelas de terras. Eis o porquê do nome Angola, que é um ajuste do nome Ngola. Por isso é que os integrantes da FLEC hoje lutam. Não se convencem de que são angolanos, como foram convencidos os indígenas do reino do Congo, do reino de Kassanje, do reino das Lundas, do reino da Matamba, reino dos Dembos e os da região de Ambuíla. Hoje carregamos todos o nome de Angola com muito orgulho. 
Mas quem fez Angola???? 

     SEGUNDO PONTO:O CONCEITO 
DE COLONIZAÇÃO
O mundo está a mudar. Desenvolve-se a uma velocidade relâmpago a todos os níveis. Nos anos 40 só havia telefones fixos e eram raros. Hoje com a nova tecnologia, cada um pode levar o seu telemóvel para onde quer que vá, e pode comunicar à vontade. Até ao final dos anos 90 não havia Facebook, Instagram, etc. Na época dos nossos heróis nacionais como Holden Roberto, Jonas Savimbi entre outros, incluindo Salazar, não existia Internet e muito menos redes sociais. Se o mundo está em transformação, nós do Movimento de União Nacional (MUN), acreditamos que há conceitos ligados à história e à conceção humana que deverão mudar. Por isso nós, (dirigentes e membros do MUN) temos um conceito e perspetiva diferentes sobre a colonização. Quem era o colono? 
As famílias que vinham da metrópole em busca de melhores condições de vida e que se instalavam em Angola, construíam as suas vidas, criavam empregos, ensinavam a língua e cultivavam a terra de forma organizada. 
E o povo que vivia em Portugal que nem sequer conheciam Angola? 
Ora, se o povo que vivia em Angola era colono, ninguém sairia de Angola porque ninguém aceitaria viver o calvário que viveram em Portugal. A verdade é que em 1975 todos os que viviam no Ultramar viram-se obrigados a abandonar as suas terras por uma ordem dada por menos de 100 homens.
Se começarmos a citar os nomes dos que ordenaram a todos os brancos 
 

a abandonar as suas terras,nem chegaremos a uma centena. Foi um grupo de oficiais militares que realizaram o golpe do Estado a 25 de Abril de 1974 contra o regime Salazarista. 
Pela lógica da percepção das coisas, o colono não era o povo que vivia em Angola mas sim os políticos que governavam Portugal. 
Quando Portugal caiu nas mãos dos golpistas, nenhum branco em Angola se insurgiu contra o novo poder. Por isso o Movimento de União Nacional considera a política uma arma perigosa. O político deve ser educado, não deve apenas sair da sua sanzala e ocupar um posto no Estado.
O Estado possui ramificações de várias ordens: A sua prole é constituída por uma grande multidão, ostentando em seu reportório a responsabilidade de várias vidas. 
Hoje podemos afirmar que os que viveram em Angola também foram vítimas da colonização. Se alguém cometeu atrocidades contra negros, principalmente nas fazendas, foi por causa da política de Portugal. As pessoas faziam apenas o que lhes era ordenado. Hoje muitos angolanos seguem o MPLA mesmo sabendo que não há água potável, sistema de saúde, etc., e o MPLA já está no poder á mais de 40 anos, e é seguido com zelo. A estas pessoas nós chamamos de inocentes e vítimas da política do MPLA. 
Os brancos que viveram em Angola, não devem hoje ser considerados colonos, mas sim cidadãos que viviam num estado e obedeciam às leis estabelecidas por um Governo colonizador. As pessoas chegaram a Angola em busca de melhores condições, assim como os Italianos, Ingleses e Irlandeses foram para a América à procura de uma vida melhor.
Na verdade, o colonizador era a Corte Real em Londres. Os que vinham de Itália, da Irlanda e de França, não eram colonos, mas a política Inglesa tinha decidido receber as terras dos Índios. 
Esta é uma nova concepção de colonização. Se todos os mais de 600 mil residentes que viviam em Angola fossem colonizadores, não aceitariam ser deslocados por um pequeno grupo de oficiais liderados por António de Spínola, e Costa Gomes. A colonização nunca foi um povo, mas sim um sistema e poder político. Por isso não entendemos como abandonar um povo que chegou às nossas terras, construindo e transformando as matas em vilas e cidades.
Hoje cometemos o mesmo erro ao afirmar que Angola foi colonizada por 500 anos! Como é possível? Se os navegadores chegaram em 1482 e não conseguiram entrar e ocupar todo o território nacional, como poderemos afirmar semelhante coisa? 
Só depois da conferência de Berlim é que ganharam autoridade. As terras de Angola foram sim ocupadas por 500 anos mas o território completo, não. 
Os portugueses chegaram e ocuparam as terras das Lundas apenas nos anos de 1700, embora tenham chegado à costa em 1482. As terras que elem iriam lutar contra, não foram fáceis de subjugar. Os nossos reinos e seus reis devem ser considerados e respeitados. Não foi fácil para os pretensos colonialistas convencer os indígenas. Eles lutaram contra, e não permitiram a colonização de 500 anos. Seria uma vergonha e desrespeito para com os nossos reis que batalharam contra o poder de Portugal. O Rei Mandume só foi abdicado em 1917 e mesmo assim com muita dificuldade. 
Ainda houve um período em que os holandeses ocuparam Luanda, mas não conseguiram ocupar Huambo, as Lundas, Moxico nem o Uíge. A história foi generalizada como se todo o território nacional atual tivesse sido ocupado e colonizado ao mesmo tempo. A isto nós consideramos indolência dos historiadores, tendências unilaterais ou falácias. 
O Movimento de União Nacional traz consigo a obrigação de reunir todas as peças do quebra-cabeças para reescrever a história de Angola, sem tendências partidárias, para que os nossos filhos e as gerações vindouras conheçam a verdadeira história nos seus detalhes, e não de forma sintética. Angola foi palco de várias batalhas, sempre com muita diplomacia.  
 
TERCEIRO PONTO 
OS ACORDOS DE ALVOR 

Os acordos de Alvor são para o Movimento de União Nacional um ponto chave para a reivindicação de qualquer situação, desde o caso de Cabinda até ao interior de Angola, incluindo os brancos angolanos.
O Movimento de União Nacional nada traz de novo no que tange a este aspecto. 
Pelo contrário: procura trazer a verdade usurpada pelos comunistas. O hábito de transcrever as leis em papeis e não as cumprir não é novidade no seio do MPLA e desnecessário será dizer que os comunistas são os campeões destas práticas. 
Os acordos de Alvor foram brutalmente violados. Cada um aproveitou-se de alguns pontos que os favorecia, e o resto desfez-se no remoinho das perspetivas dos oponentes.
As cláusulas dos acordos fazem menção a toda a verdade, sobre a questão dos brancos residentes em Angola na época, porque muitos deles nem sequer conheciam Portugal. Ouviam apenas falar deste país através dos jornais e da rádio. Nasceram e cresceram em Angola. 
Como terá sido possível expulsar todo este povo que não fazia parte da primeira geração que havia chegado a Angola? Eles já tinham nascido em Angola, fruto dos seus antepassados. As primeiras famílias chegaram em 1600. Quantos anos e gerações tinham já passado? Quantos tinham morrido em Angola? Como foi possível justificar o despojo em detrimento deste povo? Como já explicámos, a questão esteve ligada ao egocentrismo político, por isso voltamos a dizer que a política deve ser feita por cidadãos leais, dignos e patriotas que não coloquem os sentimentos pessoais à frente dos destinos de milhões de vidas.