HOME M.U.N.MANIFESTOESTATUTOS IDEOLOGIA NOTÍCIAS
LÍDERCHANCELARIASECRETARIADOEXÉRCITOAVLJU.R.G.E.N
ESPOLIADOSMOBILIZACAOSIMBOLOSOPINIÃODOAÇÃOVIDEOS
BIOGRAFIA HISTÓRIA DO MUNDOCUMENTOSPHOTO GALLERY

UMA SOLUÇÃO CERTA PARA ANGOLA
UMA SOLUÇÃO CERTA PARA ANGOLA
Negros - Brancos - Mestiços - Umbundu - Kimbundu - Bakongo - Ngangela - Kwanhama - Tchokwe
TUDO PELA A NAÇÃO​ 
NADA CONTRA A NAÇÃO​
PRIMEIRO O ANGOLANO  
SEGUNDO O ANGOLANO 
TERCEIRO O ANGOLANO 
O ANGOLANO SEMPRE

HOME M.U.N.MANIFESTOESTATUTOS IDEOLOGIA NOTÍCIAS
LÍDERCHANCELARIASECRETARIADOEXÉRCITOAVLJU.R.G.E.N
ESPOLIADOSMOBILIZACAOSIMBOLOSOPINIÃODOAÇÃOVIDEOS
BIOGRAFIA HISTÓRIA DO MUNDOCUMENTOSPHOTO GALLERY

O MANIFESTO QUE VAI MUDAR  E ILUMINAR ANGOLA
PONTOS DE UMA REIVINDICAÇÃO 
JUSTA E PATRIÓTICA
5
AS    REIVINDICAÇÕES  DO       
                         MOVIMENTO DE UNIÃO  NACIONAL 
Depois de 27 anos de uma guerra com benefícios para o estrangeiro e os comunistas que a ganharam, o MUN foi obrigado a fazer uma análise muito profunda para que, desta vez as reivindicações não sejam em beneficio do estrangeiro como no passado (o MPLA defendia ideias do Comunismo da Rússia e a UNITA defendia ideias americanas uma democracia fracassada). Hoje, acreditamos que nenhum destes países conseguiu ajudar Angola e, que nestes mesmos países as suas populações vivem dificuldades se não for discriminação racial é, a disparidade de classe social e a manipulação. Depois de tudo isto, o MUN decide estabelecer as suas revindicações em torno do povo angolano e da sua Pátria pois o Movimento de União Nacional é a personificação dos ideais do Povo.
Já não podemos continuar no sistema estabelecido pelo MPLA, que chegou ao poder de forma demagógica, violando os acordos de Alvor e estabelecendo o Comunismo no nosso País. Para que se fale de uma nova Angola não podemos continuar na política do MPLA, sem o período de transição onde eles não devem dirigir. Angola, jamais estará em Paz e terá o desenvolvimento que cada angolano necessita. A Transição vai permitir restabelecer o Estado, recomeçar a Nação, erradicar a corrupção, o tribalismo, o racismo, numa imagem comunista que se faz presente até hoje, tais como a bandeira, o hino e as estrutura Governamentais.
Só uma organização neutra deve e poderá dirigir a transição. Essa organização é o Movimento de União Nacional;

PERIODO DE TRANSIÇÃO
Não poderemos levantar uma Nação cheia de conflitos, de reservas, de ódios, de rancores, de tristeza, de mágoas, de assassinatos, de brutalidade, de desvios de bens públicos, de afastamento de outros povos no sistema central, de manipulação enfim, de todos os anti valores. Não há outra porta de saída se queremos que Angola seja reerguida. A CNS é a única via, uma Assembleia justa que deve ser realizada onde tudo deverá tratado, desde os primeiros dias de 1960 até à data presente. O povo deverá saber a verdade sobre quem errou ou cometeu crimes e, deve pagar pelos seus crimes para darmos o exemplo às gerações vindouras de que, algo de errado foi feito e, que jamais deverão ser repetidos. Uma conferência que permitira a lavagem de roupa suja em família onde tudo deva ser apresentado e, ser resolvido com transparência, onde não deve haver favorecidos e prejudicados. A CNS deve ser realizada não na base de um espirito partidário mas, sim PATRIÓTICO e, só uma organização neutral pode realizar. Isto é o Movimento de União Nacional;

A CONFERÊNCIA NACIONAL SOBERANA
O Movimento de União Nacional, não vai e nem deve, esquecer um só filho de Angola, porque se não estaríamos a cometer os mesmos erros cometidos pelos nossos antecessores. É um dever do futuro Estado de reconhecer todos os seus filhos para que, esses se sintam importantes e que possam participar na reconstrução da Nação. Basta as limitações partidárias um espirito que destruiu África. O MUN exige o reconhecimento dos acordos de Alvor e colocar em prática as cláusulas que foram violadas. Assim, por entender que houve desonestidade política, manipulação comunista e, o tribalismo dos que faziam o papel da oposição, o MUN exige a integração imediata de todas as vítimas do processo da descolonização isto é, os espoliados, seus filhos e seus netos mesmo que nascidos fora de Angola, incluindo o povo Zombo que imigrou para a República Democrática do Congo nos anos 20, por razões coloniais mas que continuam a manter a tradição e o nome de angolanos (BAZOMBO);

O Sistema político deve ser restruturado já. Não podemos permitir que qualquer um aparecerá para se colocar na política e para amanhã vir a ser um destruidor da Pátria e, não só também limitar a proliferação de partidos políticos algo que se tornou como um negócio para ganhar dinheiro ou emprego para outros. O MUN vai limitar tudo o que é beneficio dos funcionários do Estado porque, trabalhar para o Estado não deve ser considerado como emprego mas sim trabalho público. O Sistema Federal deverá ser introduzido para que se reconheça os valores de cada povo que constrói Angola porque, o País nunca existiu até à sua junção pelos Portugueses e nesta Federação de Reinos, como Reino do Kongo, Reino Lunda, Reino dos Kwanhama, Reino dos Bailundos, Reino Ndongo, Reino Mtaamba e tantos outros pequenos reinos e as terras e povos que agrupamentos históricos mas que, se agregaram para fazer parte de Angola. Estes devem ser reconhecidos e isto só é possível com um Sistema Federal onde cada povo, deveria tomar cuidado da sua área e da sua terra. A história é algo importante para a vida de uma Nação. Não importa como ela seja se for boa, servirá como exemplo para as gerações vindouras para as possam seguir ou melhorar, se for errada também servirá para que as gerações vindouras possam tomar cuidado e, para que jamais sejam repetidas as mesmas falhas. Então a história de um País deve ser mantida sem o espirito partidário. 
O MUN exige que seja reposto tudo o que é do passado, e que, os valores culturas sejam reconhecidos, tais como as estátuas devem ser repostas, a história de Angola deve ser reescrita, o sistema social deve mudar onde o MUN está contra a ideia de que tudo deve depender de Luanda e acreditamos que temos um Pais tão grande, com muita capacidade e que, deveria ser usada. Por isso é um dever do Estado dar vida ao resto do País para que se termine o afunilamento do Povo em Luanda. A economia é um acto que deve ser tomado com toda a majestade, para que o nosso povo volte a trabalhar e que, o Estado volte a ser aquilo que outrora foi. Para tal o PETRÓLEO DEVE DEIXAR DE SER a base da economia angolana. O Futuro estado deve aproveitar outros recursos naturais tais como, a terra que pode produzir qualquer plantação, as riquezas - os diamantes, criar disciplina na sua circulação e venda, o café, o algodão, o ferro e muito mais, sem esquecer o mar que deve ser explorado, para alimentar o povo assim, o sistema colonial de Fazenda deverá ser reposto. Este programa deve ser implementado no período de transição e, só o MUN tem esta visão para juntar os demais partidos e políticos para que a Nação vá avante. É uma obrigação restruturar o sistema político, o sistema legislativo, o sistema judiciário e o sistema executivo e, ainda permitir a descentralização do poder Político


RECONHECIMENTO IMEDIATO DAS VÍTIMAS DO PROCESSO DA DESCOLONIZAÇÃO
RESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA POLÍTICO ADMINISTRATIVO DO ESTADO E O SISTEMA SOCIAL ECONÓMICO
Este é uma questão que para muitos é delicada mas que, o MUN acredita ser mais fácil para resolver e, não necessita armas mas sim, da sabedoria, da sinceridade e do reconhecimento da nossa história antes mesmo a chegada dos Portugueses. Isto porque a nossa história pode não ser escrita por falta de vontade dos que a escreveram mas, o MUN acredita que há sinais e fronteiras de como vivia o nosso povo antes da chegada dos portugueses. As línguas, os povos e as etnias são as marcam e o ponto de partida para a resolução de qualquer questão de terra e conflito. Razão pela qual CABINDA deve ser colocada como um assunto de imediato. Assim o MUN exige a participação da FLEC em todo o processo de reconciliação nacional, não como inimigo ou uma organização separatista mas sim, como parte integrante das confederações de Angola, onde todos herdámos de Portugal esta confederação de terra, onde também o próprio Portugal fez perder alguns Reinos e suas terras por mau controlo e falta do conhecimento geográfico dos reinos. Então, o MUN acredita que a questão do que chamamos ESTADO DE KABINDA é uma questão simples porque, o nosso orgulho deve estar acima de tudo e para tal seria vergonhoso limitar nos acordos feitos com Portugueses para reivindicar algo que todos soubemos que tem história antes mesmo da chegada dos portugueses. Assim, o simulambuku não será a base de análise do problema do Estado de Cabinda mais sim, a origem do seu povo e a geografia antiga do reino do Kongo. A partir daí partiremos para a solução final. Para tal a FLEC deve ser considerada histórica como qualquer um, ou seja, como a FNLA, a UNITA e o MPLA, porque todos estes também foram estabelecidos na base de etnias de uma certa região. A FLEC intensificou sua reclamação por razões de não haver fronteira terrestre com o resto das terras que fazem a Federação de Angola. Por isso, o MUN exige o reconhecimento da FLEC como parte INTEGRANTE em busca da solução final.

SOLUCIONAR DE IMEDIATO E DE FORMA PACÍFICA E PATRIÓTICA A QUESTÃO DE CABINDA
                        ÍNDICE


                 M A N I F E S T O 

1.A SITUAÇÃO DE ANGOLA

2.O MPLA DEVE PARTIR 

3.A DOMESTICAÇÃO DA OPOSIÇÃO
 
4.A UNITA DEVE ESCLARECER A
    DESASTROSA DERROTA

5.PORQUE NÃO RECONHECEMOS O         ESTADO DO MPLA

6.A NOSSA PROPOSTA PARA UMA             NOVA ANGOLA

7.ESPOLIADOS
 
8.AS CRIANÇAS DE ANGOLA

9.SIMBOLOS DA NAÇÃO 

10.QUESTÃO DE CABINDA E A                        SOLUÇÃO PATRIOTICA
 
11.AS RELAÇÕES COM PORTUGAL 
       NO FUTURO ESTADO-67

A SITUAÇÃO DE ANGOLA

A realidade atual de Angola exige de todos nós uma profunda reflexão e análise perfeita sobre o real estado da Nação que nunca existiu e recorrer a sabedoria Bantu para permitir-nos encontrar de forma sabia uma via de ajuda a avaliar conscientemente, a situação em que está mergulhada o País pela imposição do regime maquiavélico imposto ao povo angolano pelo MPLA que se eternizou no Poder há mais de 40 anos vendendo uma imagem propagandística de Angola que não reflete a realidade do sofrimento do seu povo.

Os 42 anos de ditadura dividida em 3 etapas não podem mais ser aceite pelo povo angolano. Um povo que sofre de forma cruel diante de um olhar impávido da opinião pública nacional e comunidade internacional. Infelizmente, a história nos ensina que em momentos semelhantes, os homens vão buscando soluções viáveis para superar os erros e as falhas que podem continuar prejudicar o destino de uma Nação, o que não gostaríamos que continuasse acontecer connosco.


A NOSSA PROPOSTA PARA 
UMA NOVA ANGOLA

As mudanças trazem transformações e resistência aos detentores de poder para sua substituição. E em Angola as mudanças devem ser um imperativo para que se tome um novo rumo diferente do habituado e imposto pelo MPLA que já não tem ideias convincentes e modernas a propor no País.
Por isso, é urgente a mudança de chip governativa no seu todo em Angola. Tudo deve sofrer transformação, selecionando o que esta bem feito e refazer o que não vale nada com ideias renovadas e exequíveis.

As mudanças que prevemos não podem ser feita na base de continuidade mas na substituição dos atuais autores políticos por uma nova corrente de jovens cheio de experiência e maturidade. Não podemos mudar aceitando as ideias daqueles que nunca conseguiram firmar suas ideias políticas em lugar de ambição do poder.


               A NÍVEL POLÍTICO

Depois da queda do MPLA, tudo será suspenso por um determinado tempo muito curto. E vamos estabelecer nos 100 primeiros dias, programas diversificados para dirigir o País e criar um Fórum consensual com todas as forças política de Angola de como vamos andar com o País. 

Assim prevemos nos seis primeiros meses o seguinte:

1.Destituição das estruturas existente e formação do poder Legislativo, Judiciário e Executivo e de imediato proclamar o período de transição de 12 anos e definir o sistema federalista como linha a seguir na nova República Angolana. Isto é, proclamar a República Federal de Angola e descentralizar o pode político, legislativo e executivo.
2.Nomear o Conselho do Tribunal Supremo que deverá ser composto por nove (9) membros e não haverá um título de Presidente do Tribunal Supremo, mas sim nove membros do Conselho do Tribunal Supremo (CTS) que funcionarão como uma mesa redonda usando o voto interno em tomadas de decisões. Por isso, deverão ser nove para o desempatar de votos nas decisões finais e as outras estruturas afins, serão mantidas.
3.Constituir a Procuradoria-geral da República, dirigido por um procurador digno e patriótico sustentado por três Conselhos de apoio dentro da estrutura geral da Procuradoria: um Conselho de análise; Um Conselho de investigação (este dará sempre ao procurador geral as informações de prova das acusações sobre qualquer assunto ali apresentado sobretudo tudo de carácter de suspeita contra crimes de estados e mais. Assim a procuradoria Geral poderá acionar sempre que necessário a Direção de Investigação Criminal para o efeito; Um conselho de acusação que poderá apresentar ao Tribunal Supremo indícios ao Procurador Geral, assuntos a apresentar ao Tribunal para serem decididos em defesa da Nação; Um Conselho de Defesa que poderá trabalhar diretamente na defesa dos interesses do País em todo território nacional e participar em coligações e Fóruns Internacionais, enquanto as outras estruturas criadas, manterão.
4.Criar-se-á um conselho Nacional Eleitoral onde sete (7) membros sem história partidária serão escolhidos por cada Província para formar 126 veladores que farão parte do Conselho Federal eleitoral. Estes, deverão junto do Tribunal Supremo e da Procuradoria Federal da República lançar o calendário do início das eleições para preencher o poder legislativo do Estado. Por exemplo os sete membros escolhidos do Huambo poderão dirigir as eleições do Uíge, os sete do Uíge dirigirão as eleições do Moxico, assim sucessivamente para evitar vícios, manipulações e favoritismos nos resultados. 


               PODER LEGISLÁTICO

Este órgão deverá ser reposto de imediato logo a queda do MPLA e depois da dissolução do Parlamento. 

O Poder Legislativo no período de transição será conhecido como COLÉGIO DE CONSULO composto por membros eleitos diretamente pelo Povo. Organizar-se a eleições Provinciais com um número de 82 indivíduos.

Como por exemplo da província do Huambo: os 12 mais eleitos, serão considerados de Cônsul e seguirão a capital para ocuparem os cargos de Cônsules (atualmente deputados) e os restantes dos 70 membros formarão o Parlamento Estadual. O que vai mudar? Iremos eliminar a representação do Povo pelo sistema de Partidos políticos que depois de serem eleitos pelo Povo eles escolhem quem vai no parlamento; por exemplo um Partido como CASA-CE ganha votos nas Lundas, mas sem nenhum membro das Lundas é escolhido como deputado, vimos isto acontecer na UNITA e nos outros Partidos. Então, para dar a soberania ao Povo. Assim o Huambo terá 12 representante no Colégio de Cônsul, igual número para todas as províncias como Moxico, Benguela, Uíge, Zaire, Namibe e os demais. Os 12 Cônsules eleitos, três (3) deles seriam outra vez eleitos dentro do Colégio do Cônsul para fazerem parte das Comissões internas. Por exemplo: A Comissão Consular dos Direitos Humanos e Ajuda Humanitária, a Comissão Consular dos Assuntos de Comércio e Negócio. Estas comissões terão cada, um número limitado de 7 pessoas, os demais serão membros normais do Colégio de Cônsul. Os 70 membros vão trabalhar a nível do Estado com o mesmo papel que o Colégio de Cônsul, mas a nível do Estado, fiscalizar os trabalhos e ações do Governo Provincial e tomar decisões e informar os 12 Cônsules da Capital. Isto forçará os Governos estaduais de prestarem conta ao povo que dirigem. 

A nossa política de governação será de descentralização. Não queremos um Governador que não presta conta ao Povo, apenas governa tudo e todos sem conversar e partilhar com seu povo.
 
Para o MUN, o povo deve saber o que está acontecendo na sua Província e no País. Assim, os 70 membros irão cumprir o papel de legisladores Estadual. E cada província terá uma representação do Tribunal Supremo dirigido por 9 Juízes, uma Procuradoria Estadual e um Governo Estadual. 

Todos os candidatos deverão passar por uma investigação realizada pelo Tribunal Supremo e pela Procuradoria Federal, os que forem considerados aptos sem antecedentes tribal, racista, roubo e desvio do erário público, seus nomes serão publicados no diário da República como candidatos para as eleições Estaduais. O número de candidatos não tem limite, cada um pode candidatar-se desde que tenha o Ensino Médio e completado 18 aos 75 anos de idade, sem distinção de raça ou etnia, todos serão qualificados para candidatura até aprovação pelo Tribunal Supremo.



CLIQUE NA BANDEIRA PARA 
VISUALIZAR O MANIFESTO
CLIQUE NA CAPA PARA  VISUALIZAR O MANIFESTO
    CLIQUE NO BOTAO
    CLIQUE NO BOTAO